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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Ícones visuais










Vik Muniz
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vik_Muniz
http://en.wikipedia.org/wiki/Vik_Muniz



O artista não pode copiar um gramado banhado de sol, mas pode sugeri-lo. Exatamente como fará, num caso ou em outro, é segredo seu, mas as poderosas palavras que tornam a mágica possível são do conhecimento de todos os artistas – ‘relações’. (Gombrich 1986: 31).

GOMBRICH, E. H. Arte e ilusão, um estudo da psicologia da representação pictórica. Trad. Raul de Sá Barbosa. São Paulo: Martins Fontes, 1986

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Efêmero







Alberto Bitar



Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo dia.
No amor.
Na tristeza
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo. (...)

Cecília Meireles, em Tu tens um medo

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Brilho



















Cassio Vasconcellos
http://www.cassiovasconcellos.com.br/cassio.html


"Desde sempre a expressão fotográfica instaurou novos parâmetros estéticos. Na intencionalidade em fotografar, pode-se vislumbrar muitas respostas para isso. Assim, nunca fomos ou seremos onipotentes ao fazer fotográfico. A profusão desta linguagem (seja ela artística, documental ou fotojornalística) revela-se ao transcodificar os signos e convertê-los em algo imperceptível na realidade, reconduzindo esta mesma realidade para o plano imaginário do irreal, improvável e desconcertante. Será nessa nova perspectiva que nos encontraremos. Certo está o fotógrafo Duane Michals quando disse: Eu sou um reflexo fotografando outros reflexos com seus reflexos… Fotografar a realidade é fotografar o nada".

Quintas, Geórgia. O que mais fotografar? Consultado em 14 de fevereiro de 2011, em

sábado, 29 de janeiro de 2011

Interação









Alexandre Sequeira
http://www.culturapara.art.br/artesplasticas/alexandresequeira/

"A crescente diversificação dos modos de ser da imagem e as novas formas de experiência disseminadas pelas tecnologias indicam a necessidade de repensarmos o estatuto da imagem e o papel do observador na contemporaneidade. Arte interativa, media-arte, net-arte, arte genética, arte virtual, ocupam, hoje, um importante lugar nas teorias da imagem, e suas propostas apontam a diversidade de interesses e interações entre diferentes campos de pesquisa. A fotografia contemporânea integra este cenário de miscigenações e mediações onde as questões apresentadas pelas imagens parecem indicar a criação de um regime de imagem com novas formulações e experiências que, sob uma perspectiva purista, é proponente de indefinições e inseguranças em relação ao papel da fotografia".



Carvalho, Victa de. Dispositivo e imagem: o papel da fotografia na arte contemporânea.