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sábado, 19 de novembro de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Anos dourados
Herbert Dombrowski was born in Hamburg in 1917 and started to take pictures as a high school student. He was 19 years old, when his image of SS St. Louis was published as a cover photo by »Reclams Universum«, a magazine. He had shot the image at night in the Hamburg harbor with a used Leica camera. there years later the ship gained notoriety, when it sailed to Havana where 900 Jewish refugees were denied entrance into Cuba and the United States. The ship had to turn back. More than 600 of its passengers later died in German concentration camps.
After the war Dombrowski began to work as a professional photographer. He opened up a small studio in the borough of Eppendorf, initially had assignments for a furniture store and the local organization of professional hairdressers. During the summers of 1949 and 1950 he worked as the beach photographer in Timmendorfer Strand, a resort at the Baltic Sea and learned how to deal with people as subjects.
Aside from extensive assignments such as a documentary of all of the old housing stock in the borough of Altona for Neue Heimat, the owner of a huge number of apartment buildings (1953-1956), he developed a journalistic eye for regular people in their daily surroundings. He shot images of shipyard workers and ships in Hamburg harbor, female spectators at the race tracks in their elegant dresses, men at the stock exchange, people in the streets, in market places such the Fischmarkt or in the district of St. Pauli. »Every picture really came my way«, says Dombrowski.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Tipos
August Sander
http://en.wikipedia.org/wiki/August_Sander
Em 1910, August Sander deu início a uma tentativa sistemática de retratar e tipologizar seus conterrâneos. O projeto, realizado inteiramente por sua própria iniciativa e despesa, encontrou apoio apenas entre seus amigos da zona da Renânia, Alemanha. Seu livro “Zeit der Antlitz” foi banido e parcialmente destruído pelos nazistas em 1936.
A foto onde três homens jovens vestem ternos escuros é uma das mais famosas de Sander e já mereceu a análise dos mais importantes críticos e teóricos da fotografia. Para John Berger, em termos de história cultural, a roupa é uma "invenção" da era burguesa. A substituição do vestido da corte por um traje especial, desenvolvido especialmente na Inglaterra, é acima de tudo um reflexo das profundas transformações sociais do início do século XX. Com o "terno", a nova elite burguesa tinha criado um uniforme adequado para si mesmo: simples, prático e igualitário.
"As fotos arquetípicas de Sander supõe uma neutralidade pseudocientífica (...) Não se tratava, tanto, do fato de Sander haver escolhido indivíduos de acordo com o caráter representativo deles, mas de ter suposto, corretamente, que a câmera não pode deixar de revelar os rostos como máscaras sociais.(...)
O Olhar de Sander não é brutal; é permissivo, não julga. As pessoas encaram a câmera de Sander (...) mas seu olhar não é íntimo, revelador. Sander não buscava segredos; observava o típico. (...) Sander tencionava lançar luz sobre a ordem social, atomizando-a em um número indefinido de tipos sociais". (Sontag, p.74).
Sontag, Susan. Sobre fotografia. São Paulo: Companhia das Letras. 2004.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Questões banais
Wolfgang Tillmans
http://tillmans.co.uk/
"Todas as imagens devem ser significativas. Eles devem ser capazes de ficar sozinhas e, ainda assim, serem capazes de dizer algo sobre seu assunto particular. Se elas não fizerem isso, então por que fazê-las?" (Tillmans, http://www.frieze.com/issue/print_article/look_again/).
“Tillmans utiliza a fotografia para realizar um retrato de seu cotidiano e do ambiente em que vive. Não há aqui grandes artimanhas técnicas ou jogos perceptivos, mas um interesse em dar um destaque ao assunto, que pode ser qualquer um, desde retratos de seus amigos, até fotos de flores, arquitetura, locais, objetos, animais ou mesmo alguns experimentos abstratos. Há também em suas coleções de imagens um forte interesse pelo erotismo e pela cultura jovem, em especial pela documentação do mundo gay e da vida noturna. A maneira com que Tillmans apresenta suas fotos parece, entretanto, não privilegiar um tema específico ou fazer qualquer associação lógica em suas imagens. Em suas exposições e livros, Tillmans mistura fotos de tamanhos e temas diversos, deixando que o observador faça as suas próprias leituras e conexões. Esta aparente desordem visual contribui para a sensação da documentação de uma postura jovem rebelde e livre, na qual todos os assuntos e acontecimentos banais parecem ter sua validade. Por outro lado, as fotos também apontam para a banalização da sexualidade e o vazio da juventude contemporânea. Há um certo tom provocador em suas imagens, que deixa o espectador incerto se sua postura é sincera ou construída. É esta dúvida que as torna interessantes”.
FORTES, Hugo. Notas sobre a fotografia alemã contemporânea. Acessado em 07/02/2011 , http://www.fotografiacontemporanea.com.br/artigos/15/EEE77DD0488C4093A2AB3DB68F3B9935.pdf
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Imagens do tempo
O efeito visual dessas imagens, do fotógrafo alemão Michael Vasely e feitas com pinhole e filme especial, foi obtido com dois anos de exposição. Por isso, a série chama-se Fotografando o tempo.
Sobre a câmera pinhole ver mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2mera_pinhole
Michael Vasely
http://www.wesely.org/wesely/index.php
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
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